Era da Informação ou Era da Gestão da Informação?
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Para alguns teóricos, a Era da Informação começa com a popularização e democratização do computador e da internet. Desde então, podemos dizer que a pirâmide de Maslow ganhou um novo elemento na base da hierarquia de necessidades do ser humano. Estar conectado e visível no mundo digital tornou-se tão importante quanto respirar, ter comida, beber água e outras necessidades fisiológicas.

Informação escalonada

Os avanços na área de tecnologia, sejam em equipamentos ou softwares, permitem a geração de informações de todos os usuários de aparelhos eletroeletrônicos. As possibilidades e novidades advindas com novos programas possibilitam a automação de diversas atividades, gerando flexibilidade em relações humanas, produção escalável de dados das mais diversas naturezas, além de maior interação entre máquinas.

A chamada Era da Informação tem como um de seus objetivos melhorar as relações humanas, contudo, o acesso às mais diversas fontes de notícias, sejam verdadeiras ou não, somados ao fato de haver mais materiais validando as crenças tornou o processo mais doloroso e difícil.

A quantidade de dados e estímulos gerados pelas interações por meios digitais cresce exponencialmente, e o cérebro humano não tem a capacidade necessária para absorver, catalogar e organizar todo esse vasto mundo.

Excesso causa Desinformação

São tantas informações que acabamos nos sentindo sufocados e, do ponto de vista clínico, ansiosos. Em uma outra corrente, muitos são os que acreditam na Era da “Desinformação”, justamente pela imersão em um mar de dados muitas vezes irrelevantes e/ou sem fundamento.

Já parou para pensar em quantos filmes, músicas e vídeos existem no catálogo dos streamings? Como você faria para encontrar o que de fato é relevante para você ou melhor, para seu perfil?

Gestão da Informação

Estamos despertando para a “Era da gestão da informação”. Mais do que coletar dados, é preciso organizá-los e dar sentido e utilidade para eles.

Ferramentas e processos importantes como a transformação analítica, são fundamentais para entender e materializar este fenômeno. Dados sempre foram importantes. O que precisamos é transformá-los em conhecimento, tornando as decisões, das mais práticas às mais complexas, cada vez mais assertivas.

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Marcelo Molnar

Sobre o autor

Marcelo Molnar é sócio-diretor da Boxnet. Trabalhou mais de 18 anos no mercado da TI, atuando nas áreas comercial e marketing. Diretor de conteúdo em diversos projetos de transferência de conhecimento na área da publicidade. Consultor Estratégico de Marketing e Comunicação. Coautor do livro "O Segredo de Ebbinghaus". Criador do conceito ICHM (Índice de Conexão Humana das Marcas) para mensuração do valor das marcas a partir de relações emocionais. Sócio Fundador da Todo Ouvidos, empresa especializada em monitoramento e análises nas redes sociais.

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