Não se cura tuberculose com viagra

Não se cura tuberculose com viagra

Nossas conquistas sociais nos últimos anos são inquestionáveis. Brigamos por mais liberdade, transparência e igualdade. As pessoas estão mais emancipadas. O colaborativismo cresce entre os jovens. Diminuiu a necessidade de…

Memórias irreais em um mundo de realidade aumentada

Memórias irreais em um mundo de realidade aumentada

Mundo estranho esse que vivemos. Acredito que todos concordam que nossa memória é um patrimônio, mas muitas vezes nos coloca em situações difíceis. Enquanto alguns vivem esquecendo onde colocaram as…

Big Data – Gênesis e apocalipse

Big Data – Gênesis e apocalipse

Sempre fui apaixonado por informações. Quanto mais conhecimento conseguia obter sobre determinado assunto, maior era minha segurança. No fim da década de 80, do século passado, comecei a trabalhar em…

São as convicções e não as fake news

São as convicções e não as fake news

“É a economia, estúpido!” A frase que virou “case” de marketing eleitoral nos Estados Unidos na disputa de 1992 soa como um dogma nos dias de hoje, mas parece cada…

PSYOPS – O Apocalipse Envolvendo o Facebook

PSYOPS – O Apocalipse Envolvendo o Facebook

Toda a polemica envolvendo o Facebook e a Cambridge Analytica, fartamente discutida nos meios de comunicação nas últimas semanas, deixou uma certeza e muitas dúvidas. A certeza é a necessidade…

Insatisfação e sobrecarga de informações (31/01/2018)

Insatisfação e sobrecarga de informações (31/01/2018)

Nos últimos dias estamos acompanhando as mudanças anunciadas pelo Facebook que poderão gerar novas demandas para a mídia tradicional e profissional. Segundo a rede social, estas alterações visam diminuir a…

Fake news e a síndrome de Procusto

Fake news e a síndrome de Procusto

Procusto é um personagem da mitologia grega que em sua casa, tinha uma cama de ferro do seu exato tamanho, para a qual convidava todos os viajantes a se deitarem….

Mentiras alternativas ou ignorância artificial

Mentiras alternativas ou ignorância artificial

Quando eu li pela primeira vez “1984” e “Revolução dos Bichos”, de George Orwell, imaginava situações de uma sociedade improvável e de relações fantasiosas, em um tempo indefinido. Distopias metafóricas,…

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